Exposição “A Evolução em Imagens” de Jens Harder

Acon­te­ceu no dia 15 de Jul­ho a aber­tu­ra da exposição “A Evolução em Ima­gens” do ilustrador alemão Jens Hard­er, no Goethe Insti­tute de Curiti­ba, que veio para o Brasil par­tic­i­par da Gibi­con #0. O inter­ro­gAção tam­bém esta­va lá e além de ter acom­pan­hado o even­to, con­ver­sou pes­soal­mente com o autor. Para quem não ficou saben­do, a Gibi­con é a Con­venção Inter­na­cional de Quadrin­hos de Curiti­ba, que ocor­reu durante os dias 15 a 17 de jul­ho.

As obras expostas no Goethe Insti­tute são uma seleção de pági­nas ampli­adas do livro Alpha… direc­tions, ain­da inédi­to no Brasil (mas sei que havia alguns exem­plares para ven­da na Itiban Com­ic Shop), que con­ta a história da evolução des­de o Big Bang ao surg­i­men­to dos primeiros seres humanos. Antes que alguém diga que isso é impos­sív­el, o próprio Jens afir­mou que não há como descr­ev­er ess­es quase 14 bil­hões de anos em ape­nas 352 pági­nas, o que daria em média 25 pági­nas por bil­hão de anos, e que seria uma pia­da ter essa pre­ten­são, mas ele pelo menos apos­tou na ten­ta­ti­va.

Na cri­ação de Alpha… direc­tions, hou­ve uma grande pesquisa cien­tí­fi­ca para poder retratar todas essas fas­es da evolução. Por con­ta dis­so, a críti­ca que a obra está receben­do do mun­do cien­tí­fi­co a respeito dess­es aspec­tos está sendo bem pos­i­ti­va, mas Jens não que­ria faz­er algo pura­mente téc­ni­co, então adi­cio­nou várias refer­ên­cias engraçadas den­tro de seus desen­hos, que vão des­de Godzi­la á Tintin. E, falan­do em refer­ên­cias, o autor tam­bém comen­tou que gos­ta muito de mis­tu­rar ele­men­tos de vários tipos de mídias em seus desen­hos, prin­ci­pal­mente pegar ilus­trações bem anti­gas e tra­bal­há-las em cima de mídias atu­ais, como os quadrin­hos.

Des­de cri­ança, Jens era um grande admi­rador de arque­olo­gia, biolo­gia e astrono­mia e faz­er a obra Alpha… direc­tions, era um son­ho que ele já tin­ha faz tem­po, mas que sabia que iria exi­gir muito tra­bal­ho e de fato exigiu, foram 4 anos para finalizar a obra. Mas, este é ape­nas o primeiro vol­ume de uma trilo­gia, onde o próx­i­mo será Beta…civilizations, que irá tratar da evolução do homem e da civ­i­liza­ção, e por últi­mo Gamma…visions, onde ele pre­tende visu­alizar difer­entes cenários para o futuro da humanidade.

Em uma con­ver­sa com o inter­ro­gAção, Jens Hard­er acres­cen­tou que acha muito boa ini­cia­ti­vas como a Gibi­con aqui no Brasil e que esta­va gostan­do muito da maneira como as pes­soas par­tic­i­pam aqui de even­tos do gênero. Na Ale­man­ha, encon­tros assim não são muito comuns, há mais even­tos muito pequenos e um grande a cada dois anos. O mer­ca­do de quadrin­hos tam­bém havia muda­do muito nos últi­mos 10 anos em seu país de origem, antes era algo bem menor, con­sti­tuí­do prin­ci­pal­mente de desen­his­tas e alguns edi­tores que pro­duzi­am e imprim­i­am as obras de for­ma total­mente inde­pen­tente e com poucos vol­umes. Hoje já há um mer­ca­do bem maior e, como aqui no Brasil, os quadrin­hos estão gan­han­do espaços nas livrarias e em algu­mas, até já ocu­pam várias prateleiras.

Jens ain­da não con­hecia muitos autores brasileiros, ape­nas os mais comen­ta­dos, e que ain­da é difí­cil chegar quadrin­hos da Améri­ca Lati­na na Ale­man­ha, as vezes aparece um ou out­ro argenti­no, mas é bem escas­so ain­da.

Quan­do per­gun­ta­mos sobre como ele vê a inter­net em relação ao seu tra­bal­ho, respon­deu que ela é mais como um meio de divul­gação, para colo­car uma peque­na amostra das suas obras. Jens disse não con­seguir imag­i­nar pes­soas lendo quadrin­hos em uma tela peque­na, como a de um Iphone por exem­p­lo. Ele gos­ta de poder apre­ciar a leitu­ra no papel, poden­do ver os pequenos detal­h­es dos desen­hos, algo que con­sid­era difí­cil faz­er em uma tela, e que muitas vezes uti­liza a inter­net para vis­i­tar o site de um autor descon­heci­do, para con­hecer um pouco mais sobre ele e depois poder com­prar a obra em papel e, se pos­sív­el, ter a sat­is­fação de con­seguir um autó­grafo pes­soal­mente do autor.

Acon­te­ceu no dia 15 de Jul­ho a aber­tu­ra da exposição “A Evolução em Ima­gens” do ilustrador alemão Jens Hard­er, no Goethe Insti­tute de Curiti­ba, que veio para o Brasil par­tic­i­par da Gibi­con #0. O inter­ro­gAção tam­bém esta­va lá e além de ter acom­pan­hado o even­to, con­ver­sou pes­soal­mente com o autor. Para quem não ficou saben­do, a Gibi­con é a Con­venção Inter­na­cional de Quadrin­hos de Curiti­ba, que ocor­reu durante os dias 15 a 17 de jul­ho.

http://gibicon.com.br/

As obras expostas no Goethe Insti­tute são uma seleção de pági­nas ampli­adas do livro Alpha… direc­tions, ain­da inédi­to no Brasil (mas sei que havia alguns exem­plares para ven­da na Itiban Com­ic Shop), que con­ta a história da evolução des­de o Big Bang ao surg­i­men­to dos primeiros seres humanos. Antes que alguém diga que isso é impos­sív­el, o próprio Jens afir­mou que não há como descr­ev­er ess­es quase 14 bil­hões de anos em ape­nas 352 pági­nas, o que daria em média 25 pági­nas por bil­hão de anos, e que seria uma pia­da ter essa pre­ten­são, mas ele pelo menos apos­tou na ten­ta­ti­va.

http://itiban.blogspot.com/

Na cri­ação de Alpha… direc­tions, hou­ve uma grande pesquisa cien­tí­fi­ca para poder retratar todas essas fas­es da evolução. Por con­ta dis­so, a críti­ca que a obra está receben­do do mun­do cien­tí­fi­co a respeito dess­es aspec­tos está sendo bem pos­i­ti­va, mas Jens não que­ria faz­er algo pura­mente téc­ni­co, então adi­cio­nou várias refer­ên­cias engraçadas den­tro de seus desen­hos, que vão des­de Godzi­la á Tintin. E, falan­do em refer­ên­cias, o autor tam­bém comen­tou que gos­ta muito de mis­tu­rar ele­men­tos de vários tipos de mídias em seus desen­hos, prin­ci­pal­mente pegar ilus­trações bem anti­gas e tra­bal­há-las em cima de mídias atu­ais, como os quadrin­hos.

Des­de cri­ança, Jens era um grande admi­rador de arque­olo­gia, biolo­gia e astrono­mia e faz­er a obra Alpha… direc­tions, era um son­ho que ele já tin­ha faz tem­po, mas que sabia que iria exi­gir muito tra­bal­ho e de fato exigiu, foram 4 anos para finalizar a obra. Mas, este é ape­nas o primeiro vol­ume de uma trilo­gia, onde o próx­i­mo será Beta…civilizations, que irá tratar da evolução do homem e da civ­i­liza­ção, e por últi­mo Gamma…visions, onde ele pre­tende visu­alizar difer­entes cenários para o futuro da humanidade.

Em uma con­ver­sa com o inter­ro­gAção, Jens Hard­er acres­cen­tou que acha muito boa ini­cia­ti­vas como a Gibi­con aqui no Brasil e que esta­va gostan­do muito da maneira como as pes­soas par­tic­i­pam aqui de even­tos do gênero. Na Ale­man­ha, encon­tros assim não são muito comuns, há mais even­tos muito pequenos e um grande a cada dois anos. O mer­ca­do de quadrin­hos tam­bém havia muda­do muito nos últi­mos 10 anos em seu país de origem, antes era algo bem menor, con­sti­tuí­do prin­ci­pal­mente de desen­his­tas e alguns edi­tores que pro­duzi­am e imprim­i­am as obras de for­ma total­mente inde­pen­tente e com poucos vol­umes. Hoje já há um mer­ca­do bem maior e, como aqui no Brasil, os quadrin­hos estão gan­han­do espaços nas livrarias e em algu­mas, até já ocu­pam várias prateleiras.

Jens ain­da não con­hecia muitos autores brasileiros, ape­nas os mais comen­ta­dos, e que ain­da é difí­cil chegar quadrin­hos da Améri­ca Lati­na na Ale­man­ha, as vezes aparece um ou out­ro argenti­no, mas é bem escas­so ain­da.

Quan­do per­gun­ta­mos sobre como ele vê a inter­net em relação ao seu tra­bal­ho, respon­deu que ela é mais como um meio de divul­gação, para colo­car uma peque­na amostra das suas obras. Jens disse não con­seguir imag­i­nar pes­soas lendo quadrin­hos em uma tela peque­na, como a de um Iphone por exem­p­lo. Ele gos­ta de poder apre­ciar a leitu­ra no papel, poden­do ver os pequenos detal­h­es dos desen­hos, algo que con­sid­era difí­cil faz­er em uma tela, e que muitas vezes uti­liza a inter­net para vis­i­tar o site de um autor descon­heci­do, para con­hecer um pouco mais sobre ele e depois poder com­prar a obra em papel e, se pos­sív­el, ter a sat­is­fação de con­seguir um autó­grafo pes­soal­mente do autor.


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